A Woman of Thirty
1842

A Woman of Thirty, published in 1842 by Honoré de Balzac, is set in early 19th-century France during Napoleon's reign. The novel follows Julie de Chatillon, a young woman navigating the complexities of love, societal expectations, and personal aspirations within Parisian high society. As she develops feelings for Colonel Victor d'Aiglemont, the story explores her emotional struggles and the burdens of marriage and societal constraints, reflecting the challenges faced by women of her time.
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“В самом деле, не ошибается ли тот, кто воображает, что чувства умирают и рождаются вновь? Возникнув, они живут вечно в глубине нашего сердца. Они дремлют и пробуждаются по воле случая; но навсегда остаются в душе и меняют ее.””
— Honoré de Balzac
“Durante a rápida estação em que a mulher permanece em flor, os caracteres da sua beleza servem admiravelmente bem à dissimulação à qual a sua fraqueza natural e as leis sociais a condenam. Sob o rico colorido do seu viçoso rosto, sob o fogo dos seus olhos, sob a fina textura das suas feições tão delicadas, com tantas linhas curvas ou retas, mas puras e perfeitamente determinadas, todas as suas comoções podem permanecer secretas: o rubor então nada revela, aumentando ainda mais cores já tão vivas; todos os focos interiores concordam tão bem com a luz desses olhos brilhantes de vida que a fugaz chama de um sofrimento aparece apenas como um encanto a mais. Por isso, na da há mais discreto do que um rosto juvenil, porque também não há nada mais imóvel. A fisionomia de uma jovem tem a serenidade, o polido, o frescor da superfície de um lago; a das mulheres só se revela aos trinta anos. Até essa idade, o pintor só lhes acha no rosto róseos e brancos sorrisos e expressões que repetem um mesmo pensamento, pensamento de mocidade e de amor, pensamento uniforme e sem profundidade; mas, na velhice, tudo na mulher fala, as paixões incrustaram-se-lhe no rosto; foi amante, esposa, mãe; as mais violentas expressões de alegria e de dor acabaram por alterar-lhe, torturar-lhe o rosto, formando aí mil rugas, tendo todas uma linguagem; e uma fronte de mulher torna-se, então, sublime pelo horror, bela pela melancolia, ou magnífica pela serenidade; se se permite desenvolver esta estranha metáfora, o lago seco deixa então ver todos os traços das torrentes que o produzi ram; uma fronte de mulher velha já então não pertence nem ao mundo, que, frívolo, se assusta de ver a destruição de todas as idéias de elegância a que está habituado, nem aos artistas vulgares, que nada descobrem por aí; mas, sim, aos verdadeiros poetas, àqueles que possuem o sentimento de uma beleza independente de todas as convenções sobre as quais repousam tantos preconceitos sobre a arte e a formosura.””
— Honoré de Balzac
“- Obedecer à sociedade? ... - replicou a marquesa, mostrando-se horrorizada. - É daí, senhor, que provêm todos os males. Deus não fez nem uma só lei para a nossa desgraça. Porém, os homens, reunindo-se, falsearam a sua obra. Nós, as mulheres, somo mais maltratadas pela civilização do que fomos pela natureza. Esta impõe-nos penas físicas que os homens não suavizaram, e a civilização desenvolveu sentimentos que eles enganam incessantemente. A natureza sufoca os seres fracos, os homens condenam-nos a viver para lhes oferecerem uma constante desgraça. O casamento, instituição em que hoje se funda a sociedade, faz-nos sentir todo o seu peso: para o homem a liberdade, para as mulheres os deveres. Nós lhes devemos toda a nossa vida, eles devem-nos apenas raros instantes. (...) Pois bem, o casamento, tal como hoje se efetua, afigura-se-me uma prostituição legal. Daí provieram todos os meus sofrimentos. (...) Fui a própria autora do mal, tendo desejado esse casamento.””
— Honoré de Balzac
“(...) Qual sera o destino de Helène? O meu, certamente. Que meios têm as mães de assegurar às suas filhas que o homem ao qual elas serão entregues será o esposo de seus corações? As pobres criaturas que se vendem por alguns trocados a um homem qualquer são humilhadas, mas a fome e a necessidade absolvem essas uniões efêmeras; enquanto a sociedade tolera e encoraja a união imediata, da mesma maneira horrível, de uma jovem menina ingênua e de um homem que ela mal conhecia há três meses; ela é vendida por toda sua vida. É verdade que o preço é alto! Se, não permitindo nenhum compensação a suas dores, ele será honrado; mas, não, o mundo calunia as mais virtuosas dentre nós! Este é nosso destino, visto sob duas faces: uma prostituição pública e a vergonha, e uma prostituição secreta e a tristeza. Quanto às pobres meninas sem dote, elas se tornam loucas, elas morrem; para elas, não há piedade! A beleza, as virtudes não são valores no bazar humano, e esse antro de egoísmo é chamado de Sociedade. Mas que as mulheres sejam deserdadas! Ao menos assim, uma lei da natureza será cumprida ao escolher as companhias, casando-as segundo a vontade de seus corações.””
— Honoré de Balzac
“موسیقی همان صدای اوست. جشن های من، زینت ها و آرایش است که خود را برای او با آن می آرایم. هنگامی که از آرایشی خوشش آمد، مانند این است که همه مردم روی زمین مرا تحسین می کنند. تنها به این علت این زیور ها را به دریا نمی ریزم که او آن را فراهم کرده است و هر بار می گوید:" هلن چون تو به دنیا پشت کرده ای، میخواهم که دنیا به سمت تو بیاید."ص 248 نشر نگاه””
— Honoré de Balzac
“نگاهش را به فضا دوخت، مانند این بود که از حس مقاومت ناپذیری پیروی میکند که هنگام بحران های شدید زندگی، بی اراده ما را به خدا متوجه می سازدص283 نشر نگاه””
— Honoré de Balzac
“وانگهی اگر تنها یک بار بی اینکه وحشت کند طعم خطر را چشیده بود دیگر نمی توانست به صحنه های ناچیز دنیای محقر و محدود بازگردد.ص 253 نشر نگاه””
— Honoré de Balzac
“او جز آنچه را که میخواهد، نمی گوید.ص57،نشر نگاه””
— Honoré de Balzac
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