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Florbela Espanca

Florbela Espanca

Florbela Espanca was a prominent Portuguese poet whose work is celebrated for its emotional intensity and feminist themes. Born as Flor Bela d'Alma da Conceição in 1894, she faced numerous personal struggles, including societal expectations and her own tumultuous relationships, which deeply influenced her writing. Espanca's poetry often explored themes of love, longing, and the quest for identity, making her a significant figure in early 20th-century literature. Her unique voice and perspective earned her the admiration of contemporaries, including the renowned poet Fernando Pessoa, who referred to her as his 'twin soul.' Her most notable works include the collections 'Livro de Mágoas' and 'Charneca em Flor,' which showcase her mastery of language and emotional depth. Espanca's poetry is characterized by its lyrical beauty and a bold exploration of female experience, challenging the norms of her time. Despite her tragic early death at the age of 36, her legacy endures, as she continues to inspire readers and writers with her passionate exploration of the human condition and her pioneering role in feminist literature in Portugal.

Wikipedia

Florbela Espanca (Portuguese: [floɾˈβɛlɐ ɨʃˈpɐ̃kɐ]; born Flor Bela d'Alma da Conceição, 8 December 1894 – 8 December 193...

Written by Lex AI

Famous Quotes

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“O meu mundo não é como o dos outros, quero demais, exijo demais, há em mim uma sede de infinito, uma angústia constante que eu nem mesmo compreendo, pois estou longe de ser uma pessimista; sou antes uma exaltada, com uma alma intensa, violenta, atormentada, uma alma que se não sente bem onde está, que tem saudades... sei lá de quê!”

“Não sinto saudades do seu amor, ele nunca existiu, nem sei que cara ele teria, nem sei que cheiro ele teria. Não existiu morte para o que nunca nasceu.”

“Lagrimas ocultas Lagrimas ocultas Se me ponho a cismar em outras eras Em que ri e cantei, em que era q'rida, Parece-me que foi noutras esferas, Parece-me que foi numa outra vida... E a minha triste boca dolorida Que dantes tinha o rir das Primaveras, Esbate as linhas graves e severas E cai num abandono de esquecida! E fico, pensativa, olhando o vago... Toma a brandura plácida dum lago O meu rosto de monja de marfim... E as lágrimas que choro, branca e calma, Ninguém as vê brotar dentro da alma! Ninguém as vê cair dentro de mim!”

“O meu mundo não é como o dos outros, quero demais, exijo demais, há em mim uma sede de infinito, uma angústia constante que eu nem mesmo compreendo, pois estou longe de ser uma pessimista; sou antes uma exaltada, com uma alma intensa, violenta, atormentada, uma alma que se não sente bem onde está, que tem saudades... sei lá de quê!”

“Não sinto saudades do seu amor, ele nunca existiu, nem sei que cara ele teria, nem sei que cheiro ele teria. Não existiu morte para o que nunca nasceu.”

“Lagrimas ocultas Lagrimas ocultas Se me ponho a cismar em outras eras Em que ri e cantei, em que era q'rida, Parece-me que foi noutras esferas, Parece-me que foi numa outra vida... E a minha triste boca dolorida Que dantes tinha o rir das Primaveras, Esbate as linhas graves e severas E cai num abandono de esquecida! E fico, pensativa, olhando o vago... Toma a brandura plácida dum lago O meu rosto de monja de marfim... E as lágrimas que choro, branca e calma, Ninguém as vê brotar dentro da alma! Ninguém as vê cair dentro de mim!”

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