La Religieuse
1792
La Religieuse, or The Nun, is an 18th-century novel by Denis Diderot, completed around 1780 and first published in 1792. The story follows Suzanne Simonin, a young girl forced into a convent by her parents, as she navigates the oppressive life of a nun and confronts the injustices of religious institutions. Presented as a series of letters, the novel critiques societal expectations and explores themes of individual freedom and personal desire. Initially deemed too subversive, it remains a significant work for its bold commentary on the conflicts between personal convictions and external pressures.
Editions
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“Monsignor…you are asking whether I promise God chastity, poverty, and obedience. I heard what you said and my answer is no””
— Denis Diderot
“لا أطلب من الله تليين قلوب من شاء أن يجعلني تابعة لهن ,بل أطلب أن يمنحني القدرة على الألم ,وأن ينقذني من اليأس وأن يأخذني إليه بلا إبطاء””
— Denis Diderot
“Are convents so essential to the constitution of a state? Did Jesus Christ institute monks and nuns? Can the Church really not do without them? What need has the bridegroom of so many foolish virgins, and what need has the human race of so many victims?””
— Denis Diderot
“Manastirile sint ele oare atit de trebuincioase pentru temeliile unui stat? A facut Isus Cristos calugari si calugarite? [...] Ce nevoie are mirele sfint de atitea fecioare nebune? [...] e oare voia lui Dumnezeu sa vada traind in sihastrie omul pe care l-a menit sa traiasca laolalta cu semenii sai? Dumnezeu, care l-a facut atit de nestatornic, atit de usuratic, cum poate ingadui indrazneala legamintelor calugariei? [...] Si toate slujbele acestea lugubre, care se tin la luarea valului sau la marturie, cind un barbat sau o femeie sint daruiti vietii monahale si nenorocirii, curma oare functiunile animalice ale omului? Nu se trezesc ele, dimpotriva, in tacere, in silnicie si in trindavie, cu o putere necunoscuta celor ce traiesc in afara manastirilor?””
— Denis Diderot
“Yo os haría una pregunta, señor ¿por qué, entre todas ls ideas funestas que pasan por la cabeza de una religiosa desesperada, no está la de pegarle fuego a la casa?””
— Denis Diderot
“Aqui está o efeito de se viver retirada. O homem nasceu para a vida em sociedade. Separem-no, ponham-no de lado, e as suas ideias confundem-se, o carácter distorce-se, mil afectos ridículos surgem-lhe no coração, nascem-lhe na mente pensamentos extravagantes, como as silvas em terra inculta. Ponham um homem numa selva e ele torna-se feroz; num claustro, onde a ideia de necessidade se une à de servidão, é ainda pior: sai-se de uma selva, mas não se sai de um convento. É-se livre na selva, mas é-se escravo no claustro. Talvez seja precisa mais força para resistir à solidão do que à miséria; a miséria avilta, o retiro deprava. É melhor viver na abjecção do que na loucura? Não me atrevo a escolher; há que evitar tanto uma coisa como a outra.””
— Denis Diderot
“Aparentemente, não desejamos que nos empurrem para fora deste mundo, se não talvez eu já não estivesse aqui, se elas tivessem fingido deter-me. Quando alguém tira a vida a si próprio, talvez tente desesperar os outros, e conserva-a quando acredita satisfazê-los; são impulsos que passam muito subtilmente por nós. Na realidade, se é possível recordar-me do meu estado quando estava ao lado do poço, parece-me que, dentro de mim, gritava a essas desgraçadas que se afastavam para facilitar um crime: “Dêem um passo até mim, mostrem o mais pequeno desejo de me salvarem, venham deter-me e podem estar seguras de que chegarão demasiado tarde.” Na verdade, só vivia porque elas desejavam a minha morte. O deleite em atormentar e perder alguém esgota-se no mundo; mas não se esgota nunca nos claustros.””
— Denis Diderot









